Vice-governador deve ser um dos primeiros a depor na CPI da Educação, que também vai investigar governo petista


O vice-governador Major Rocha (PSL) poderá ser um dos primeiros a ser convidado pela CPI da Educação, que pode ser instaurada ainda nesta semana. Rocha tem usado as redes sociais para fazer diversas denúncias contra a gestão de Mauro Sérgio da Cruz, que segue afastado da pasta.

“A gente tem que levar em consideração o que ele já vem declarando. Eu acredito que a vinda dele na CPI, a convocação dele na CPI, vai ajudar muito na questão da apuração dos fatos. Eu acredito que ele deva sim, ser convocado”, disse o deputado Fagner Calegário (Podemos).

Esta semana, Wherles Rocha denunciou a compra de toner para impressoras. “O governador que deve mais de 20 milhões a trabalhadores de empresas terceirizadas é o mesmo que gastou, só em fevereiro e março de 2021, centenas de milhares de reais (documentos no vídeo) do contribuinte com toners, cartuchos de impressora e material gráfico supostamente para educação. Detalhe: a maioria dos serviços e dos trabalhadores estão em home ofice, há o sistema SEI que digitalizou o trâmite dos processos administrativos do executivo, e os alunos estão em aulas remotas. Onde e como se gastou tudo isso?”.

O líder do governo na Aleac, deputado Pedro Longo (PV), protocolou na manhã desta terça-feira (27), um requerimento assinado por ele e mais 13 deputados pertencentes à base, pedindo a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na Secretaria de Educação, porém, no pedido de Longo, o período de apuração dos trabalhos foi ampliado, compreendendo o lapso de 2016 a 2020, período em que o PT também governou o estado.

 

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André Diogo