O policial militar que atirou e matou um homem na madrugada de domingo (19) em frente a uma boate em Rio Branco, se apresentou na Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21) e ao lado de um advogado afirmou ter agido em legítima defesa.
José Célio Pereira da Silva, de 34 anos, morreu ao receber dois tiros. Momentos antes da confusão, ele agrediu a própria esposa, uma sargento da Polícia Militar (PM) e ao ser contido por pessoas que estavam no local, feriu um adolescente de 15 anos e outro homem com um canivete.
“As pessoas que estavam no local tentaram conter ele, mas estava com uma faca, atingiu essas pessoas e no momento dessa confusão tinha o policial militar. Tentou conter o homem, deu voz de prisão, mandou soltar a arma e, segundo o depoimento do militar, a vítima teria ido para cima dele com uma faca, momento em que efetuou os disparos e atingiu ele”, confirmou o delegado responsável pelo caso, Leonardo Ribeiro.
Célio morreu no local do crime. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas, ao chegar no local, o homem já estava morto.
O delegado destacou ainda que intimou a mulher da vítima a prestar esclarecimentos. Ela deve ser ouvida nesta quarta (22). A polícia ainda não sabe o que motivou a briga entre o casal. O militar foi ouvido e liberado.




















