“Presunçoso, tolo e mal escrito, o livro alcançou um feito raro: se consolidou como a pior leitura que já fiz a vida”, assim consta o primeiro parágrafo da coluna Página Cinco, do UOL, assinado pelo jornalista Rodrigo Casarin, sobre o livro Teoria da Absorção de Conhecimento (TAC) do acreano Bruno Borges.

Bruno Borges, ou “Menino do Acre”, como ficou conhecido em todo o Brasil em 2017 após desaparecer deixando em seu quarto uma estátua do filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600) e uma série de criptografias, lançou o livro naquele mesmo ano.
O colunista ainda disse:
“Olhando para as leituras menos prazerosas feitas nos últimos doze meses – leituras que acontecem por necessidade, curiosidade, mero masoquismo intelectual… -, escolho a que se destaca como a pior de todas”.

O livro apresenta uma teoria desenvolvida por Bruno Borges para “potencializar a absorção de conhecimentos”, foi escrito como parte de um “projeto” do mesmo, que inclui 14 volumes no total e era produzido desde 2013.
Apesar de ter se tornado um best seller na categoria não-ficção na época devido a todo o mistério envolvido, a obra teve recepção negativa, com muitas críticas em relação aos erros de português e à fraca argumentação do autor.
Bruno Borges “reapareceu” em 11 de agosto de 2017 e reescreveu o livro, alegando que partes dele estavam erradas. Ele disse ainda que errou em vendê-lo, permitindo “divulgações gratuitas” da versão digital do livro.




















