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Com suspeita de varíola dos macacos, família venezuelana dá entrada em UPA de Rio Branco


Uma família venezuelana procurou a UPA da Sobral, em Rio Branco, nessa sexta-feira (29), com suspeita de varíola dos macacos. O pai, de 21 anos, a mãe, de 27, chegaram na unidade de saúde com o filho de 3 anos relatando que estavam com sintomas característicos da doença.

A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou que a família esteve na UPA e que foi submetida a exames, mas ressaltou que apenas a mãe e a criança apresentam algum tipo de lesão, sendo assim, a secretaria reconheceu dois casos suspeitos da doença no estado, já que o homem segue sem sintomas.

A análise que comprova a suspeita deve sair em 20 dias. Após ser atendida, a família foi liberada, pois os três estavam clinicamente bem. Eles foram liberados para cumprir isolamento após a coleta de material para exames.

Com mais essas duas notificações, o estado tem nove casos suspeitos da doença, sendo que apenas um foi confirmado, cinco descartados e três seguem em investigação. As amostras coletadas no Acre são encaminhadas para a Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais.

Ainda de acordo com a Sesacre, a família teria saído da Venezuela e entrado no Acre pela fronteira com o Peru, no dia 25 de julho.

Nota da Saúde

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) recebeu neste sábado, 30, mais duas notificações de casos suspeitos de monkeypox no município de Rio Branco.

Os pacientes, sendo eles um jovem de 21 anos, a esposa de 27 anos e o filho de 3 anos, todos de origem venezuelana, deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Sobral, na última sexta-feira, 29, e foram liberados para cumprirem isolamento após a coleta de material para exames.

A família teria saído de seu país de origem e entrado no estado por meio da fronteira com o Peru, no dia 25 de julho deste ano.

Dos três avaliados pela unidade de saúde, apenas a criança e a mãe apresentavam sintomas característicos da doença. A mãe relatou erupções nas pernas, atribuindo a condição a picadas de insetos, não sendo possível realizar coleta de material. A coleta foi realizada apenas na criança que apresentava erupções maiores.

Os casos serão acompanhados pela equipe de vigilância em saúde do município.

Débora dos Santos

Chefe do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância de Saúde – (Cievs)”

*As informações são do g1

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