O diretor do Instituto de Meio Ambiente (Imac) e policial penal, Renê Fontes, usou seu perfil no Instagram para publicar um vídeo onde sai em defesa do governador Gladson Cameli (Progressistas) a respeito das acusações da Operação Ptolomeu.
“Há uns tempos surgiu essa história de supostos crimes de peculato, de corrupção e eu fui à defesa do governador Gladson Cameli por apoiar, por defender, por acreditar nele”.
Renê também criticou aqueles que diziam estar ao lado do governador mas já planejavam o que fariam em caso de afastamento de Gladson:
“Eu, apesar de ser da política, compreendo porque as pessoas tem nojo da política, tem raiva de políticos e até nojo de políticos. Quando isso aconteceu, houve uma grande movimentação de políticos, alguns que estavam ao lado do governador criando grupos de WhatsApp, dividindo secretaria até, escolhendo secretário e equipe já esperando, torcendo, acendendo vela para o governador ser afastado. Isso é simplesmente de dar nojo mesmo, porque enquanto o Acre precisava de leitos, estávamos na pandemia, enquanto a gente precisava de ajuda, as pessoas que estavam ao lado do governador lutaram de todas as formas para derrubá-lo. Enquanto isso o governador trabalhou, lutou, se esforçou, teve humildade e meteu a cara. Participou de eventos, andou, caminhou, visitou comunidades, porque não tinha o que temer”.
Por fim, Renê comenta uma determinação judicial que favorece o governador:
“E hoje aconteceu que houve uma decisão judicial pedindo para que alguns sites retirassem do ar, para que alguns jornais parassem de publicar algumas notícias no que tangem à família Cameli. O juiz entendeu que não tem nada que desabone juridicamente a família Cameli e decidiu que alguns sites e jornais retirassem de ar algumas coisas chamadas fake news, acusações sem fundamentos”.
A decisão referida por Renê é a da juíza da 4ª Vara Cível de Manaus, Naira Neila Batista de Oliveira Norte, que determinou que o site Portal do Zacarias retire do ar matérias e vídeos com acusações contra o governador Gladson Cameli (Progressistas) e seu pai, Eládio Messias Cameli.
A magistrada atendeu pedido da defesa de Eládio Cameli, que argumentou que o portal não comprova as acusações e que elas estão motivando ataques com acusações infundadas, de cunho difamatório e calunioso, sem qualquer comprovação.




















