Pelo menos dez pessoas morreram violentamente na região de fronteira do Acre com a Bolívia somente da segunda quinzena de março até o momento. Nas cidades de Brasileia e Epitaciolândia o clima é de medo e insegurança entre a população.
Uma força-tarefa das Segurança Pública do Acre intensificou as operações na fronteira. Inicialmente, se negava existir uma guerra entre grupos criminosos, o que hoje é facilmente confirmado através das páginas policiais.
A situação se agrava quando quem está por trás de parte dessas matanças não seja esteja em território nacional. Segundo o secretário de Segurança, coronel Paulo Cézar, uma organização criminosa da Bolívia seria a responsável.
A causa seria a morte de um dos líderes desse “cartel”, como costumam ser chamadas as facções em países latinos de língua espanhola. De acordo com o secretário, a ordem teria partido de dentro do presídio de Riberalta, uma cidade industrial do departamento de El Beni a 450 km da fronteira com o Acre.
Após o assassinato dessa liderança, várias execuções foram feitas tanto no Acre como em cidades bolivianas.
Para conter a criminalidade, a Sejusp montou a operação na fronteira com integração entre as forças de segurança com objetivo de garantir a ordem.




















