A defesa de Lucas Oliveira, de 26 anos, apontado como suspeito de empurrar a própria namorada, Emely Juliana, de 22 anos, de um veículo em movimento na avenida Antônio da Rocha Viana na madrugada do último domingo (25), negou a versão apresentada pela jovem em denúncia registrada na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).
Emely afirma que uma briga que começou por ela não querer mostrar seu celular, acabou resultando na cena flagrada por câmeras de segurança que viralizou nas redes sociais e causou grande comoção popular.
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Segundo o advogado Fábio Santos, o vídeo que circula nas redes sociais foi acelerado e que seu cliente não estava em alta velocidade. Ele disse ainda que Lucas informou que sua namorada teria se atirado do carro e que estaria alcoolizada.
Emely, no entanto, alega que o namorado não tentou ajudá-la e que ao deixá-la na rua, ligou para o pai dela para contar que ela tinha se jogado do carro e que não deixou que ele a ajudasse.
Ela chegou a registrar um Boletim de Ocorrências (BO) ainda no domingo por lesão corporal e injúria, conforme imagem abaixo:

Lucas ficou conhecido na capital acreana após fundar o Movimento de Amor à Comunidade Carente (MACC), entidade sem fins lucrativos que promove ações sociais para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Em 2018, o jovem foi candidato a deputado estadual pelo Partido Social Liberal (PSL).
Os dois namoravam há cerca de sete meses e moravam juntos há quatro. Uma foto que circula, também nas redes sociais, mostra os ferimentos após o acontecimento:





















