Quem acompanhou as eleições de 2020 provavelmente acreditou que a aliança entre o senador Sérgio Petecão (PSD) e o hoje prefeito Tião Bocalom (Progressistas) seria duradoura.
Os dois pareciam ter encontrado o “casamento” perfeito: Bocalom disputava o cargo pela terceira vez, já Petecão — que nunca ganhou uma eleição para o executivo — aproveitaria para alavancar o nome da esposa como vice. A chapa deu certo e acabou vencendo nomes como os de Socorro Neri, Minoru Kinpara e Roberto Duarte.
A aliança, no entanto, não vive seus melhores dias.
Bocalom e Marfisa Galvão — prefeito e vice — protagonizam agora algo já vivido no Acre durante o primeiro mandato de Gladson Cameli, uma crise interna que já se externalizou.
Marfisa foi exonerada nesta segunda-feira (24) do cargo de secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, cargo que ocupava desde o início da gestão. Além dela, outros nomes ligados ao PSD, como o de Jefferson Barroso, também viraram alvo do prefeito, que segue tendo um mandato pautado por polêmicas e caos.
Os dois chegaram a trocar farpas na despedida da ex-secretária. Ele afirma que ela que quis sair, ela nega.
O desentendimento também gerou uma nota de repúdio do PSD a Bocalom. O partido foi fundamental para a vitória do prefeito em 2020. Na nota, a sigla afirma que Bocalom foi desrespeitoso com Marfisa e trata Petecão como um inimigo, leia:





















