A coligação fechada nacionalmente entre o PL, partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro tenta a reeleição ao Palácio do Planalto, e o Progressistas, umas das principais legendas de sustentação do governo federal, não se replicou na maioria dos palanques estaduais, incluindo o Acre.
As siglas são aliadas em 7 estados, mas adversárias em outros 19. Apenas em 1 estado, o Tocantins, um dos partidos não declarou apoio a ninguém.
No Acre, o Progressistas é a sigla por onde sairá candidato a reeleição o governador Gladson Cameli, com Mailza Gomes de vice. Já o PL não lançará candidatos ao Governo, mas integra a coligação de Mara Rocha, do MDB, tendo Márcia Bittar como candidata ao Senado.
Bolsonaro, que se lançou numa chapa pura com o general Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa), também do PL, de vice, tem entre seus escudeiros mais fiéis dois integrantes da cúpula do PP: Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, e Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados.
Em alguns locais, ocorrem pelo país situações inusitadas em que, mesmo em lados opostos na disputa estadual, os candidatos das duas legendas tentam colar a sua imagem à de Bolsonaro.




















