APURAÇÃO

Sindicância da Saúde já ouviu 8 mães de crianças que morreram com síndromes respiratórias


A Comissão de Sindicância da Secretaria de Saúde do Acre, que apura a morte de crianças com síndrome respiratória no estado, informou, por meio de nota, assinada por Cleber Fontineles, Presidente da Comissão de Sindicância da Sesacre, nesta segunda-feira (4), que o grupo tem um prazo total de 30 dias para concluir seus trabalhos.

As oitivas de mães iniciou no último dia 21 e, desde então, oito já foram ouvidas. A direção do Pronto Socorro de Rio Branco também já foi ouvida e ainda esta semana também a direção do Hospital da Criança.

De acordo com a nota, a comissão pediu relatórios de todos os profissionais que estavam de plantão nos dias em que as mortes ocorreram, além de prontuários de atendimentos, situação geral dos equipamentos e da quantidade de medicamentos disponíveis.

Assim que todos os procedimentos forem apurados, serão analisados os depoimentos, documentos e elaborado o relatório final.

“A Comissão de Sindicância reafirma que todos os procedimentos estão sendo efetuados de forma legal e transparente para esclarecer os fatos à população.”

A Comissão de Sindicância Investigativa Temporária foi montada para apurar se houve negligência ou algum tipo de erro durante o atendimento aos pacientes.

Essa é uma das acusações dos pais dos bebês. No último dia 10, um grupo de mães se juntou e pretende entrar na Justiça contra o estado, por entender que houve negligência no atendimento das vítimas. Em comum, elas relatam que os bebês deram entrada em unidades de saúde da capital com sintomas gripais, logo o quadro deles agravou e não havia leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponível para internação.

(*As informações são do g1)

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André Diogo