Alta da inflação, isolamento social, crise financeira, desemprego, proliferação do coronavírus. O acreano viveu dias atípicos entre o início de 2020 e os dias atuais, não é incomum notar aumento de problemas como estresse, pânico e ansiedade.
Com isso, um grande problema da saúde público começa a dar as caras de forma mais iminente: o tabagismo. Segundo dados da Vigitel, pesquisa realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, cerca de 13% da população de Rio Branco, totalizando uma média de 53 mil pessoas, são fumantes.
O número é consideravelmente maior do que a dos últimos anos, em 2014 o número era de 9,7% e em 2020 já havia subido para 11,5%. Embora seja utilizado para alívio do estresse, o tabagismo e a exposição a ele contribuem para o surgimento de doenças crônicas como o câncer, problemas pulmonares e cardiovasculares. Sendo o tabaco ainda o líder mundial em “mortes evitáveis”.
Ainda segundo a pesquisa, há uma frequência maior entre mulheres na capital acreana, onde 9,6% são fumantes. Sendo Rio Branco a segunda capital com o maior índice entre o sexo masculino, atrás somente de São Paulo, com 9,7%. Já entre os homens, as cidades com maiores índices de fumantes são Campo Grande (MS), com 22,2%; Brasília (DF), com 17,7%; e Curitiba (PR), com 14,9%.




















