O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), tentou ajudar seu secretário de Saúde, Frank Lima, o quanto pode no quis diz respeito às denúncias de assédio sexual supostamente cometidas pelo gestor.
Até enfrentar um pedido de impeachment, que embora todos soubessem que não ‘vingaria’, enfrentou. Recebendo votos favoráveis à cassação, de dois vereadores: Michelle Melo (PDT) e Emerson Jarude (MDB).
Mas a ‘queda de braço’ com o Ministério Público (MPAC) que abriu investigação contra Frank Lima prevaleceu, atendendo a um pedido do Judiciário, Bocalom afastou Frank Lima e sua diretora de gestão, a pedagoga Tatiana Assis, por 60 dias, com salários pagos normalmente.
O afastamento foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (3).
>> LEIA TAMBÉM:
- Secretário de Saúde de Rio Branco é acusado de assédio sexual e moral por servidoras
- Bocalom continuará pagando salário de Frank Lima e diretora de gestão durante afastamento
- MPAC pede afastamento de braço-direito de Frank Lima por suspeita de tentar interferir nas investigações de assédio sexual
- Em denúncia, mulher diz que recebeu “proposta de ir pra cama” com Frank Lima em troca de não ser demitida
- Bocalom é pressionado pelo Ministério Público a afastar Frank Lima
- Dr. Raimundo Castro é cotado para assumir lugar de Frank Lima na Saúde




















