Vereador afirma que prefeitura de Bocalom é motivo de chacota


Oportunismo repulsivo

O estado do Acre tem passado por dias difíceis. Pandemia do Coronavírus, surto de dengue, crise migratória e enchentes. Um prato feito para políticos oportunistas. O que tem de parlamentar abusando de fotos em redes sociais, distribuindo sacolões e kits de limpeza, não está no gibi. É nojento ver políticos de baixa estirpe tentando tirar proveito do sofrimento alheio.

Deputado “influencer”

E por falar em político que gosta de aparecer em mídias sociais, mais do que trabalhar em prol de quem mais precisa da política, o deputado estadual Fagner Calegário (sem partido) merece um capítulo à parte: produz pouquíssimo no parlamento, mas é um assíduo frequentador das redes sociais. A cada passo que dá é um flash, seguido de postagem para autopromoção. Como deputado tem se saído um excelente influenciador digital.

Deselegante  

Sem nenhuma habilidade política, desde que chegou ao parlamento tem colecionado desafetos e acumulado baixarias. Já usou a tribuna da casa para ofender, de forma vil, seus adversários políticos. Chamou o então chefe da casa civil do Estado, Ribamar Trindade, de “personificação do mau” e a então secretária de saúde, Mônica Feres de “personificação da morte”.

Cisca para fora

Como se costuma dizer nos bastidores da política, Calegário “cisca para fora”. É um desagregador nato. Se elegeu pelo Partido Verde e poucos meses depois brigou com a direção do partido e se desfiliou. Pousou, com muita festa, no PR, da ex-deputada federal, Antônia Lúcia. Durou pouquíssimo tempo. Saiu brigado, pela porta dos fundos. Teve um flerte com o Republicanos, do pastor Manoel Marcos, mas brigou antes do casamento. Segue sem partido. Até abril do ano que vem, terá que escolher um para se filiar, caso queira disputar uma improvável reeleição.

Oposto

O também neófito na política, deputado estadual, Pedro longo, tem sido o oposto do seu colega de parlamento, Fagner Calegário. Habilidoso e gentil, tem conquistado a simpatia e o respeito de seus pares. Foi escolhido pelo governador Gladson Cameli como líder do governo na Aleac.

Saiu menor

Na política nem sempre quem perde a eleição sai dela menor do que entrou. Não é o caso do deputado estadual Roberto Duarte júnior. Assim como ocorreu com a sua correligionária, Eliane Sinhasique, após a eleição para prefeita de Rio Branco em 2016, Duarte júnior se desgastou, não apresentou nada de novo e caso não venha com uma forte estrutura em 2022, terá muita dificuldade para se reeleger.

Brilhante

O caso do suplente de vereador de Rio Branco pelo PDT, Richard Brilhante, é o oposto de Duarte Júnior. Ele também perdeu a eleição. Porém, saiu dela muito mais forte do que entrou.  Professor de história, o jovem de apenas 25 anos de idade, obteve 1.984 votos para vereador na eleição do ano passado e é um quadro promissor do seu partido para as futuras eleições. O jovem Brilhante tem talento e habilidade política.

Chacota

O vereador Ismael Machado (PSDB) criticou duramente, na sessão desta terça-feira (02), a falta de planejamento da Prefeitura de Rio Branco na vacinação da população. “A desorganização da prefeitura já virou motivo de chacota”, disse. O vereador tem razão.

Frank Lima

O secretário municipal de saúde, Frank Lima, no mesmo horário, estava concedendo uma entrevista coletiva para comunicar que a Prefeitura de Rio Branco irá aderir ao consórcio liderado pela Frente nacional de Prefeitos (FNP), para compras de vacinas contra a Covid-19.

Control C / Control V

A grande questão, é que, desde que foi “flagrado” copiando e colando o Plano Nacional de Imunização (PNI), como se fosse de autoria de sua secretaria, ele não transmite mais credibilidade.

Pode cair

Nos bastidores da política estão dizendo que o prefeito Tião Bocalom, embora tenha por Frank Lima um carinho especial, não conseguirá mantê-lo no cargo por muito tempo. A pressão está forte pela queda do secretário.

Fraco

Os primeiros dias da administração de Tião Bocalom, não têm sido nada bons. Sei que ainda é cedo para uma análise mais profunda. Mas é fato que seu “cartão de visitas”, não tem agradado. Muito ausente e com um secretariado muito fraco. Espero que tome rumo e faça uma boa gestão.

Pode ser

Bati um papo, dias atrás, com o empresário Jebert nascimento. Ele afirmou estar decepcionado com algumas “rasteiras” que andou levando na ocasião da sua pré-candidatura à Prefeitura de Rio Branco. Mas quando indagado se ainda pretende concorrer a algum cargo eletivo, o “The Best”, como é chamado pelos mais próximos, deixa em aberto a possibilidade: “pode ser”, afirma.

Bom nome

Jebert é um forte candidato, caso venha disputar uma vaga de deputado estadual. Se optar por um voo maior, poderá ter novamente as asas quebradas, antes da decolagem.

Pleno reestabelecimento

Esta coluna deseja um pleno reestabelecimento ao governador Gladson Cameli, que ontem testou positivo para Covid-19. Melhoras, governador.

Alfinetada

O deputado federal Léo de Brito (PT), em postagem na sua página no Twitter, desejou melhoras ao governador, mas não perdeu a oportunidade de dar-lhe uma alfinetada: “fica a lição de que no momento que vivemos a frase ‘cada um faz o que quer’, é absolutamente inapropriada”, escreveu o petista. Está certo ele.

Bola fora

Léo de Brito se referia a infeliz resposta dada por Cameli, quando perguntado sobre o fato do presidente Jair Bolsonaro não fazer uso de máscara.  “Cada um é maior de idade e sabe o que faz. O presidente Jair Bolsonaro tem essa linha de pensamento de não usar a máscara e eu respeito”, disse. Tremenda bola fora do governador.

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André Diogo

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