A cabo da Polícia Militar (PM), Lígia Messias, foi afastada de suas funções na Patrulha Maria da Penha, onde atuava atendendo mulheres que haviam sido vítimas de violência doméstica.
A informação foi dada pela própria militar nesta terça-feira (28) pelas redes sociais. Na publicação, Lígia afirma que gostava do trabalho que desempenhava e acredita que sua orientação sexual tenha influenciado no afastamento, uma vez que ela é bissexual.
“Eu amava o que eu fazia, mas o sistema é cruel demais. Depois que me assumi bissexual ficou complicado para mim continuar lá”.
Um documento oficial da PM determina que a policial militar seja afastada do exercício de suas funções e, por consequência, seja posta à disposição única e exclusiva do conselho de disciplina, além de determinar à corregedoria geral que adote as demais providências.
A cabo já havia sido presa no dia 12 de agosto por desobediência e desacato a oficial dentro do Comando-Geral da PM. O motivo foi um desentendimento após uma tenente ter rejeitado um pedido para que fosse realizada uma palestra em uma empresa privada.




















