A Operação Intruder Brother, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (4), que teve como alvo o vereador reeleito Célio Gadelha (MDB), com 1.293 votos, aponta que cabos eleitorais do candidato teriam supostamente comprado votos de funcionários de uma empresa.
De acordo com as investigações, um irmão de Célio Gadelha e outro integrante da campanha do vereador, entraram sem permissão em uma empresa do ramo alimentício da capital acreana e distribuíram santinhos e dinheiro para funcionários.
De acordo com informações, cada funcionário teria recebido cerca de R$ 100. A entrada dos cabos eleitorais teria sido autorizada pelos gerentes da empresa, mas sem o conhecimento dos donos, que imediatamente comunicaram as autoridades e cederam as imagens do circuito interno de segurança.
Mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Robson Aleixo, da 9ª Zona Eleitoral, foram cumpridos na casa de Célio Gadelha, na residência de seu irmão e dos gerentes ligados a empresa do ramo alimentício. Os funcionários que teriam recebido os valores também foram ouvidos pela PF.




















