O Cartão do Bem, foi anunciado ainda no ano passado com o nome de ‘Auxílio Enche o Bucho’, iniciativa do governador Gladson Cameli (Progressistas) para ajudar famílias carentes em situação de vulnerabilidade devido a pandemia do novo coronavírus, que já dura mais de um ano e já deixou quase 1400 mortos em todo o Estado.
O problema é que ele ainda nem chegou a ser lançado e vários pontos já foram apontados pelo Poder Legislativo, na sessão remota desta terça-feira (13) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), afirmou que a promessa de beneficiar 18 mil famílias não será cumprida.
“Há lugares, como Sena Madureira, por exemplo, somente 24 famílias estariam habilitadas pelos critérios do governo. Em Cruzeiro do Sul, seriam apenas 50 famílias aptas a receber o benefício”.
Ainda na sessão, foi explicado que a origem dos recursos é a “fonte 500”, que significa dinheiro de empréstimo. De acordo com Edvaldo Magalhães, esse dinheiro vem do Prose, um antigo programa do governo Binho Marques, disponibilizado pela desobrigação que o governo do Estado tem atualmente de não pagar garantias dadas pelo Governo Federal.




















