Através da assessoria de comunicação, o Governo emitiu uma nota a respeito da Operação Ptolomeu, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em apoio com a Controladoria-Geral da União (CGU), nesta quinta-feira (16).
Em trecho, o Governo de Gladson Cameli (Progressistas) se coloca à disposição para colaborar com as investigações e afirma incentivar essa e todas as ações de combate à corrupção.
— “Prova disso é que foi criada pelo governo do Estado a Delegacia de Combate a Crimes de Corrupção. É a nossa obrigação colaborar com a missão dos agentes públicos em todas as investigações da Polícia Federal, que visam salvaguardar o bom uso de recursos públicos”.
A PF afirma ter reunido “vasto conjunto de elementos probatórios que demonstram o aparelhamento da estrutura estatal com a finalidade de promover diversos crimes contra a administração pública”.

Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão no apartamento do governador, no gabinete e na casa do governador, em seu escritório, no Palácio Rio Branco e na Casa Civil.
A PF afirma que identificou dezenas de transações financeiras suspeitas em contas correntes, pagamentos de boletos de cartão de crédito por parte de laranjas, além de transações com imóveis de alto valor e compras subfaturadas de carros de luxo.
A CGU constatou sete empresas para as quais foi empenhado um valor de R$ 142 milhões em contratos com o poder público durante o período investigado – R$ 17 milhões de convênios federais e repasses do SUS e do Fundeb.
“Foi possível constatar que os valores movimentados pelos envolvidos ultrapassam R$ 800 milhões, montante totalmente incompatível com o patrimônio e a atividade empresarial dos investigados”, informou a Polícia.




















