Um estudo recente revelou uma disparidade salarial alarmante: entre 2012 e 2023, profissionais negros em ocupações predominantemente negras receberam, em média, apenas 74,4% do salário de seus colegas brancos.
Essa desigualdade salarial persiste até mesmo em profissões majoritariamente ocupadas por negros, como carpinteiros, trabalhadores domésticos e da construção civil. Especialistas apontam que fatores como racismo institucional e segregação ocupacional contribuem para essa diferença.
Para combater essa injustiça, é essencial implementar políticas públicas que promovam a igualdade salarial e oportunidades justas no mercado de trabalho, garantindo que todos os profissionais sejam remunerados de forma equitativa, independentemente de sua raça. Pesquisa feita pelo Cedra Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais e publicada inicialmente pela Folha de S.Paulo 




















