Ícaro Pinto, condenado a mais de 10 anos pela morte de Jonhliane Paiva de Souza em agosto de 2020, encontra-se atualmente foragido da Justiça desde a expedição de um mandado de prisão expedido no dia 2 de janeiro. A juíza Andrea Brito, da Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas (VEPMA), determinou o retorno à prisão de Ícaro após ele ser flagrado em uma briga no Mercado do Bosque, em Rio Branco, no início deste ano.
O Ministério Público do Acre (MPAC) solicitou a revogação da prisão domiciliar, alegando que o comportamento demonstrado por Ícaro no vídeo é incompatível com as condições estabelecidas para a progressão ao regime aberto.
Após a negação do habeas corpus, expedido no último dia 5 pela desembargadora Denise Castelo Bonfim, Ícaro Pinto passou a ser considerado foragido. O advogado dele, que deixou o caso, havia informado que ele se apresentaria até a sexta-feira (5), mas não aconteceu.
O Núcleo Especializado de Capturas (Necapc) da Polícia Civil iniciou diligências para localizar o acusado, mas até o momento, ele não foi encontrado nos endereços indicados na Justiça. Em resposta à situação e para evitar a fuga do acusado do estado, as polícias nas fronteiras foram acionadas para intensificar a fiscalização nas áreas limítrofes.
O caso Jonhliane Paiva envolveu um júri que durou três dias, resultando na manutenção unânime da condenação contra Ícaro Pinto e Alan Araújo de Lima. O acidente ocorreu em agosto de 2020, quando Jonhliane foi atingida fatalmente por uma BMW dirigida por Ícaro em alta velocidade.




















