A Universidade Federal do Acre (Ufac) é alvo de uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF) por não garantir acesso de alunos com deficiência no Colégio de Aplicação. Com pedido de liminar, o MPF quer ainda que a universidade reserve, no mínimo, 10% das vagas existentes em todas as séries a partir do próximo processo seletivo.
Além das vagas, a Ufac terá que adequar a infraestrutura, a qualificação e ampliação do corpo técnico da instituição para receber os alunos.
Na ação, o procurador regional dos direitos do cidadão, Lucas Costa Dias, afirmou que o MPF tem recebido reclamações sobre o caso. O texto cita ainda que a Ufac informou sobre um concurso para professor destinado ao Atendimento Educacional Especializado, mas que o direito ainda não estava garantido aos alunos.
Em vistoria, o MPF também apurou a existência de outros problemas referentes à questão de acessibilidade no Colégio de Aplicação.
A reitoria da Ufac informou que aguarda a notificação oficial para que as providências sejam tomadas.




















