Em vídeo divulgado nas redes sociais, o policial penal Eden Azevedo, ex-presidente da Asspen (Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário), afirma sofrer perseguição do secretário de Justiça, coronel Paulo Cézar.
Azevedo diz que o secretário chegou a enviar ofício ao MPAC (Ministério Público do Acre) pedindo abertura de um inquérito policial para apurar a conduta do ex-presidente da Asspen, que estaria “supostamente causando pânico entre os profissionais da segurança e à sociedade”.
Em resposta, Eden Azevedo afirma que apenas alertou sobre riscos de possíveis atentados. (veja em vídeo abaixo)
Em nota assinada por ele, a Asspen alertava operadores da segurança pública do Estado “para que redobrassem os cuidados, considerando os diversos atentados contra a vida dos profissionais em todo o Brasil”.
Esta não é a primeira denúncia dessa natureza recebida pelo chefe da Sejusp. Na semana passada, o presidente da Associação de Praças da Polícia Militar (PM) e vice-presidente da AME (Associação dos Militares), Igor Santos Oliveira, acusou o secretário de encaminhar ofício ao MPAC e ao Comando-Geral da PM solicitando abertura de um IPM (Inquérito Policial Militar) para investigar prática de supostos crimes de desobediência.
“Não vão me calar! Estou sendo acusado de incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar após a Secretaria de Justiça e Segurança Pública fazer um relatório das minhas postagens reivindicatórias nas redes sociais e encaminhar em ofício ao MP e comando PMAC, solicitando ‘providências’. E olha que sou presidente de associação, representante legal, de acordo com o artigo 145 do estatuto dos militares estaduais. Seria a lei da mordaça?”, questionou Igor.
Veja o vídeo do policial penal Eden Azevedo:




















