Durante discurso em solenidade de formatura de oficiais do Corpo de Bombeiros na noite desta quinta-feira (16), o governador Gladson Cameli (Progressistas) afirmou ainda não saber o motivo da Operação Ptolomeu, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) contra ele.
— “Até agora não sei o motivo. Não estou chateado. E eu não quero poder pelo poder. Quero ser governador se Deus e o povo quiserem. Acordei foi com mais gás. Fui cumprir agenda em Tarauacá e estou aqui”, completou.
A residência de Cameli, Palácio Rio Branco, Casa Civil e escritório do Governo na capital federal receberam a visita dos agentes da PF que cumpriram mandados de busca e apreensão afirmando ter fortes indícios de corrupção praticada por um grupo criminoso controlado por empresários e agentes políticos ligados ao governo estadual acreano.
A ação tramita no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que solicitou o afastamento do secretário de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia, Anderson Abreu de Lima; da chefe de gabinete do governador, Rosângela Lima; de seu assessor do escritório em Brasília, Sebastião Rocha e do chefe de segurança Amarildo Camargo.




















