
Prefácio
A charge de hoje, Daniel Cabral traz à tona o que em toda eleição já é visto, promessas, promessas e mais promessas e quando o cargo é assumido vem dificuldades, dificuldades e mais dificuldades.
Por mais “dinossauro” da vida política o gestor seja, as desculpas são sempre as mesmas e a impressão é que a chefia de executivo acaba por se tornar um fardo, fardo que ninguém pediu que carregassem, apenas votamos nas opções que apareceram.
Se a escolha foi boa ou ruim, a opinião pública por si só, já expõe isso muito bem.
Tião Bocalom (Progressistas) foi eleito em Rio Branco após sua terceira tentativa. A população não apenas elegeu alguém que tem por bandeira ter sido prefeito de uma cidade pequena, mas sim, o primeiro prefeito da história dessa cidade pequena, em 1993, sendo que em 2020 a população estimada de Acrelândia era de pouco mais de 15 mil habitantes. Imagina a 30 anos atrás?
É muito comum ver aqueles que tanta criticam outras gestões mostrarem não saber o que fazer quando chegam sua vez. Prometendo “consertar” Rio Branco, Bocalom já falhou em todas as áreas possíveis: educação, saúde, transporte, zeladoria e mobilidade urbana.
As críticas só aumentam, a cidade está escura, literalmente. Em 10 meses de gestão, ele já enfrentou a abertura de uma CPI do transporte público, uma votação de impeachment e greves e mais greves. Além de todas as confusões que envolveram o processo de vacinação e acusações de assédio que pesam contra seus escolhidos para cargos de confiança.
A charge também lembra o apoio incondicional dado por Roberto Duarte (MDB) e Minoru Kinpara (PSDB) que fecharam os olhos por questões ideológicas, ignoraram o previsível e hoje tentam esconder que na campanha contribuíram para a situação caótica que a capital acreana vive.
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