O Porta dos Fundos lançou nesta quinta-feira (10), o novo especial de Natal “Teocracia em Vertigem”. Prestes a completar um ano do atentado que o grupo sofreu, o momento é comemorar. A resposta deles vem em forma de humor, com a típica comédia feita pelo atores nos últimos anos, apertando feridas da política e da sociedade brasileira.
“Teocracia em Vertigem” tem o formato e narração parecidos com “Democracia em vertigem”, documentário brasileiro que concorreu ao Oscar.
A trama desse ano traz Jesus como um grande líder político – uma clara referência ao trabalho de Petra Costa (que inclusive participa do filme). Usado como pano de fundo para piadas com os acontecimentos recentes, a equipe conseguiu colocar episódios recentes do que aconteceu na política brasileira, como a eleição de Bolsonaro, impeachment de Dilma Rousseff, discursos de Temer e a Operação Lava Jato.
No filme que dura cerca de 60 minutos, Fábio Porchat faz questão de deixar claro os alvos de suas provocações. Jesus não é Lula, Bolsonaro ou qualquer outro político brasileiro.
“Estamos fazendo críticas aos extremistas, estamos expondo eles. A gente quer rir e brincar com todo mundo. [No filme] Ninguém é claramente ninguém, tem situações e falas vividas por vários políticos”, fala Fábio Porchat, em entrevista ao Metrópoles.
Teocracia em Vertigem reúne o maior elenco em um especial do Porta dos Fundos. São 17 participações especiais: Marcos Palmeira, Marco Gonçalves, Leandro Ramos, Pedroca Monteiro, Raphael Logam, Louchard, Daniel Furlan, Raul Chequer, Paulo, Renato Góes, Clarice, Emicida, Yuri, Helio, Petra, Silvia Machete e Teresa Cristina.
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Texto: Catraca Livre




















