Sem influência: de todos os candidatos apoiados por Bolsonaro em capitais, apenas Bocalom se elegeu


A política é uma renovação constante de pensamentos, em 2018, Jair Bolsonaro (sem partido) foi eleito presidente do Brasil e junto com ele uma legião de candidatos a deputado, governador e senador embarcaram na “onda bolsonarista” para conseguir suas vagas nas cadeiras.

A ideia se mostrou não ter sido uma boa estratégia em 2020, ao todo, Bolsonaro apoiou e pediu votos para 13 candidatos em todo o Brasil, sete apenas nesse segundo turno sofrendo derrota em massa, apenas Tião Bocalom (Progressistas), em Rio Branco venceu com o apoio do presidente.

No Rio de Janeiro (RJ), seu colégio eleitoral, o presidente sofreu uma dura derrota, Marcelo Crivella (Republicanos) somou apenas 35,92% das manifestações válidas, ante 64,08% de Eduardo Paes (DEM). Em São Paulo (SP), Celso Russomanno (Republicanos) que contava com seu forte apoio, terminou em quarto lugar, com 10,5%.

Entretanto, o duelo mais acirrado se deu em Fortaleza (CE), com um segundo turno entre o candidato bolsonarista Capitão Wagner (PL) contra o candidato de um de seus maiores opositores políticos, Ciro Gomes (PDT), que apoiou o médico José Sarto (PDT). Bolsonaro saiu mais uma vez derrotado.

 

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André Diogo

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